“...
o princípio da imparcialidade pressupõe uma série de outros pré-requisitos,
supõe por exemplo que seja discreto, que tenha prudência, que não se deixe
contaminar pelos holofotes e se manifeste no processo depois de ouvir as duas
partes...” (Teori Zavaschi, Ministro do STF)
É
impressionante, nós que defendemos o Estado Democrático de Direito, os
Princípios Gerais do Direito como a legalidade, presunção de inocência,
imparcialidade do juiz, o devido processo legal, quando nos manifestarmos em
nossos perfis ou páginas pessoais somos constantemente atacados, por aqueles
que se dizem lutar em favor do Brasil, fazem questão de nos agredir com
palavras chamando-nos de corruptos ou defensores de corruptos etc.., etc.., etc..,
o que mostra o desespero dessas criaturas, que não conformadas em postar nas suas
páginas pessoais, textos reacionários, carregados de ódio, rancor e violência
contra aqueles que pensam diferente, ainda nos marcam nestas postagens, nos
provocando e nos desafiando, e quando não respondemos veem em nossos perfis e destilar
seu veneno contra nós como se eles fossem os santos e nós que pensamos
diferente os demônios que precisam ser exorcizados. Entretanto, sabendo eles ou
não o demônio se manifestará exatamente se este golpe disfarçado sob o manto de
uma falsa legalidade se tornar efetivo.
Em minhas postagens defendo meu ponto de
vista, não marco nenhum internauta que pense diferente, não vou em perfis
pessoais comentar postagens de ninguém, exceto nos grupos próprios para debate.
Respeito portanto, que pensa diferente, contudo, ultimamente venho sendo
digamos assim atacado por meus posicionamentos, inclusive por pessoas que se
dizem meus amigos, então quero deixar claro o seguinte, a maior prova de
amizade que você pode dar é não deixar que o contraditório afete a amizade, se
você não consegue fazer isso e deseja manter a amizade evite vir me criticar
por minhas escolhas políticas em minha página pessoal, pois se eu tiver que
escolher entre uma “amizade” e meus posicionamentos pessoais, certamente
escolherei este em função daquele, porque entendo que uma amizade que não
resiste a diversidade de ideias, não é verdadeiramente uma amizade.
Mesmo
quando se deixa claro que não estamos defendendo (de acordo com dezenas de
pessoas com as quais conversei ontem durante as manifestações) Lula, Dilma ou o
PT, mas sim o respeito a Constituição Federal, as leis e a democracia, e que
assim como não concordamos com crimes eventualmente cometidos pelos governantes
ou quaisquer outros políticos e mesmo pessoas comum do povo, também não
concordamos juízes seja de primeira ou de última instância que usam o Poder
Judiciário como escudo para atender a interesses outros que não os da Justiça,
(isso vem acontecendo de forma clara e evidente
quando estes julgadores passam atropelam preceitos legais e seguindo um
script determinado por parte da mídia, que por sua vez servem aos interesses de
políticos inconformados com a derrota ou que tiveram seus interesses pessoais
sobrestados) transformando meras denúncias cujas investigações ainda não foram concluídas
em condenações sumárias, determinando vazamentos seletivos de partes de
investigações, com o único propósito de aumentar ainda mais a instabilidade
política do País e mais, correndo o risco de criar uma onde violências sem
precedentes na história do Brasil moderno.
E
mais, a promover estes vazamentos pré-ordenados de evidências sob investigação,
estes julgadores te, por único objetivo de implodir um governo que desde a sua
eleição em 2014, luta incansavelmente pela governabilidade e pelo consequente equilíbrio
da política econômica. Isso porque foi eleito apoiado por uma base aliada
covarde, chantagista e traiçoeira, que como verdadeiros parasitas em
hospedeiros sugam até a última gota de sangue e em seguida, articulam com os
revoltados da oposição uma forma de assumir um poder que legitimamente não lhe
foi outorgado. Concordo plenamente que Lula, Dilma e quem quer que seja, pague
por eventuais crimes que tenha cometido, o que não concordo é que um juiz de
primeiro grau que tem o dever legal processar e julgar com imparcialidade, use
de subterfúgios vis, como a divulgação de partes selecionadas de uma
investigação jogando para a plateia através de veículos de comunicação cujos
donos a história já demonstrou de que lado estão, para assim, de forma
irreversível crie um ambiente caótico e de insegurança para a economia, para
governabilidade e principalmente para os cidadãos desta “Pátria Que Nos Pariu.
Quanto
ao fato de Lula haver afirmado que temos um Superior Tribunal de Justiça acovardado,
uma Suprema Corte (STF) acovardado, uma Câmara de Deputados acovardada, um Senado
Federal acovardado, um presidente da Câmara F***** um presidente do senado
F**** (lembrem-se que não estamos falando de nenhum Franciscano e sim de Cunha
e Renan) e um bando de deputado tudo sendo investigado, conforme já demonstrei
anteriormente no que se refere as instituições acovardadas, não há nenhuma
inverdade nisso, pois todas elas atuam ao sabor das repercussões midiáticas, de
forma que se Nero atear fogo no País e não sair na mídia, não haverá processo,
por outro lado se alguém conseguisse acender um fosforo dentro d’água e a mídia anunciasse como incêndio criminoso,
certamente julgariam até os peixes que naquela água estivessem. De forma que
Lula não falou nenhuma mentira, mas conhecendo profundamente o senso de
vingança e a mediocridade das pessoas, o senhor Sérgio Moro, cumpriu o papel
que lhe foi atribuído e literalmente jogou M**** no ventilador e cagou não
apenas o Lula ou o governo petista, mas sim a imagem do País até a quinta
geração.
De modo que passamos por
período de colônia de Portugal, vivemos o Brasil Império, o Regime Militar
(anos de chumbo) e agora com a politização do Judiciários passamos a viver o
regime de exceção onde as instituições políticas e democráticas do Brasil
funcionam não de acordo com o que determina a lei, mais sim conforme os ditames
dos julgadores que usam não a lei, mas sua interpretação de acordo com os
interesses e a conveniência dos que representam. Vejam que as leis dos homens agora
comparando mal igualam-se a Palavra de Deus, quando o julgador não concorda com
a aplicabilidade literal ou quando esta aplicabilidade não se coaduna com seus
interesses, ele faz sua interpretação personalíssima, assim como quando o
religioso descorda de outro cria sua própria religião e saem em busca de fieis
que lhe pague o dizimo.

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