sábado, 16 de dezembro de 2017

BOA SORTE A “NOVA DIRETORIA” DO SUPREMA

Ontem (15/12) à noite logo após a eleição tomou posse a diretoria do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Maracanaú capitaneada pela atual presidente Joana D’arc Ferreira e pela diretora de formação sindical Vilani Sousa Oliveira que foram eleitas para o terceiro mandato consecutivo (“tri-eleição”). A diretoria anterior do sindicato que liderava a chapa 01 foi votada por 472 professores. Já a chapa 02, que mais uma vez teve como candidata a presidente a professora Ivonete Felix, votaram 208 professores, totalizando assim 680 votantes de um total de 1.024 filiados, o que representa 66,41% do total de filiados, portanto, 168 votos acima do quórum mínimo exigido pelo estatuto da entidade.
Cabe relembras que a eleição sindical, aconteceu poucos dias depois do fim de uma greve que durou quase 50 dias, a qual foi levantada a bandeira pela diretoria da entidade pleiteando o pagamento imediato das promoções e progressões do Plano de Cargos Carreiras e Remunerações dos Professores, que representa 8% da folha do magistério estimada em mais de R$ 10 milhões. Quase 50 dias depois a greve foi encerrada mediante um acordo firmado para que a implementação do desenvolvimento e progressões do PCCR ocorresse em março de 2018, com um percentual não superior a 0,5% da folha do magistério.
Poucos dias depois desse acordo, contudo, foi feita a revisão de um acordo feito ainda na greve de 2016 em relação aos 60% do precatório do Fundef estimado em mais de 50 milhões de reais, cujas informações dão conta de estaria ou está bloqueado judicialmente por conta de uma disputa por base territorial e honorários entre a Apeoc e o Suprema. Disputa esta que segundo minhas fontes, em tese teria sido encerrada em um acordo feito na banca de advogados da Apeoc, onde estiveram presentes os advogados da Apeoc, do Suprema e a prefeitura, que estariam agora trabalhando para a liberação dos recursos.

Entretanto, informações não confirmadas dão conta de que o presidente da Apeoc, que foi procurado por dezenas de professores que trabalharam nos anos de 2003 a 2006 que foi o período do fato gerador do precatório, teria ficado insatisfeito com o acordo feito com a participação de seus advogados e estaria buscando mecanismos para rescindi-lo. Já os professores da época cuja maioria ficou fora do acordo, estariam vendo os mecanismos legais para anular a assembleia que homologou o acordo sobre o precatório do Fundef.

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