Ontem (15/12) à noite logo após a
eleição tomou posse a diretoria do Sindicato dos Profissionais em Educação do
Município de Maracanaú capitaneada pela atual presidente Joana D’arc Ferreira e
pela diretora de formação sindical Vilani Sousa Oliveira que foram eleitas para
o terceiro mandato consecutivo (“tri-eleição”). A diretoria anterior do sindicato
que liderava a chapa 01 foi votada por 472 professores. Já a chapa 02, que mais
uma vez teve como candidata a presidente a professora Ivonete Felix, votaram
208 professores, totalizando assim 680 votantes de um total de 1.024 filiados,
o que representa 66,41% do total de filiados, portanto, 168 votos acima do quórum
mínimo exigido pelo estatuto da entidade.
Cabe relembras que a
eleição sindical, aconteceu poucos dias depois do fim de uma greve que durou
quase 50 dias, a qual foi levantada a bandeira pela diretoria da entidade pleiteando
o pagamento imediato das promoções e progressões do Plano de Cargos Carreiras e
Remunerações dos Professores, que representa 8% da folha do magistério estimada
em mais de R$ 10 milhões. Quase 50 dias depois a greve foi encerrada mediante
um acordo firmado para que a implementação do desenvolvimento e progressões do
PCCR ocorresse em março de 2018, com um percentual não superior a 0,5% da folha
do magistério.
Poucos dias depois desse
acordo, contudo, foi feita a revisão de um acordo feito ainda na greve de 2016
em relação aos 60% do precatório do Fundef estimado em mais de 50 milhões de
reais, cujas informações dão conta de estaria ou está bloqueado judicialmente por
conta de uma disputa por base territorial e honorários entre a Apeoc e o
Suprema. Disputa esta que segundo minhas fontes, em tese teria sido encerrada em
um acordo feito na banca de advogados da Apeoc, onde estiveram presentes os
advogados da Apeoc, do Suprema e a prefeitura, que estariam agora trabalhando para
a liberação dos recursos.
Entretanto, informações
não confirmadas dão conta de que o presidente da Apeoc, que foi procurado por
dezenas de professores que trabalharam nos anos de 2003 a 2006 que foi o período
do fato gerador do precatório, teria ficado insatisfeito com o acordo feito com
a participação de seus advogados e estaria buscando mecanismos para rescindi-lo.
Já os professores da época cuja maioria ficou fora do acordo, estariam vendo os
mecanismos legais para anular a assembleia que homologou o acordo sobre o
precatório do Fundef.
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