sexta-feira, 2 de novembro de 2018

REPRESSÃO NÃO CAPITÃO.


As faculdades e universidades brasileiras sempre foram lugares onde os acadêmicos não apenas aprendiam o ensino formal, mas exerciam a cidadania, levando à comunidade acadêmica e à população em geral à refletir sobre questões relevantes como a luta pela democracia, contra o preconceito, o racismo e toda forma de discriminação, temas estes que influenciam diretamente a vida de todos os brasileiros, acadêmicos ou não.
Cabe destacar a importância da comunidade acadêmica e estudantil em geral, os quais muitos pagaram com a liberdade ou com a própria vida para ajudar os brasileiros a se libertar do julgo daquele período negro da história do Brasil, quando o poder político era exercido pelos militares, e cuja corrupção por certo imperavam em larga escala, mas ninguém tinha conhecimento porque naquela época não havia princípios como os da transparência e publicidade, além dos poucos órgão de controle existentes, estavam sempre sob o julgo do poderio dos "generais".
Agora, remontando aquele período o Capitão Bolsonaro, que tem como vice o General Mourão, vem a público com uma diretiva da época da ditadura, de que universidade/faculdade não é lugar para se realizar protestos. Devemos com isso ficar vigilantes, se isso foi mais uma fanfarrice do presidente eleito, ou se teremos que nos preocupar em passar por mais uma Era, em a reunião de três pessoas para falar de política, era considerada um comportamento subversivo e seus participantes era rapidamente atacados e coibidos com violência pelo Exército Brasileiro, sob às ordens dos generais que seguiam ordens do presidente que também era um militar.

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